por uma vida menos ordinária
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Tragedia Dell’Arte







O Improviso Improvável

Todas as notícias dos jornais que leio todos os dias sempre me fazem querer acabar logo com esse teatro de sadismo e ignorância:

- Pessoal, vamos tirar o capuz, acabou a peça! Vítimas e carrascos, tirem suas fantasias; ladrões e estupradores, podem guardar suas ferramentas; pobres e infelizes, podem tirar a maquiagem; palhaços, borrem estas caras de triste; loucos, atenção, saiam já do cenário, rasguem tudo mas saiam logo; romeus e julietas, ressucitem-se; Pedro, João e o escambau, tirem o infeliz da cruz; mães e avós, parem de mimar seus filhos e por favor, parem de chorar - esta peça definivamente não é para as mães - por favor; crianças, podem pegar os livros, guardem as apostilas; os índios já podem tirar seu terno e gravata e os engravatados também, favor tirar o terno rapidamente e despir-se; queimem todo o dinheiro que estiver perdido por aí, moedas, cheques, notas promissórias, premissas e as promessas todas.
Por favor, não decorem nenhuma palavra, quero música, a música, simplesmente música!
Vamos tentar de novo. Adão, volta pra cochia, vamos começar com a Lilith desta vez.


Clara Cuevas

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Amanece en los carros de basura,
empiezan a salir los ciegos,
el ministerio abre sus puertas.
Los amantes rendidos se miran y se tocan
una vez más antes de oler el día.

Ya están vestidos, ya se van por la calle.
Y es sólo entonces
cuando están muertos, cuando están vestidos,
que la ciudad los recupera hipócrita
y les impone los deberes cotidianos.

(Julio Cortazar, del poema Los Amantes)


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Eu



trabalho num lugar onde existe uma porta. Esta porta, simples como qualquer outra, está acessível a todos que apareçam.
Esta porta, desde quando comecei a trabalhar aqui estava sempre aberta, é a porta da recepção.
Porém o frio Curitibólico de julho nos obrigou a encostar a porta pra deixar o ambiente um pouco mais quentinho.
Mas a porta permaneceu aberta, destrancada. Mas sempre, sempre, sempre, sempre, sempre, sempre,sempre, sempre, sempre,sempre, sempre, sempre, apertam a campainha, batem na porta ou simplesmente vão embora porque a porta parece trancada.
A porta sempre esteve aberta, e pra evitar maiores equívocos imprimi um papel com a logomarca da escola escrito bem grande, plastificado e bonito "ABIERTO! BIENVENIDO!".

Mas continuam dando com a cara na porta. Ficam minutos esperando para que eu abra uma porta que sempre esteve aberta.
Eu sempre que puxo a maçaneta olho pra cara do cidadão e digo - estava aberta! - com um sorriso no rosto é claro.

Gente, tenhamos coragem, vamos todos dar um empurrãozinho e tentar abrir as portas que aparecem na nossa vida.

Podem bater palma, gritar, apertar a campainha, ligar, arrombar a porta.

Mas às vezes é mais fácil verificar se ela está simplesmente aberta.





Obrigada, foi apenas um desabafo pessoal.

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bu kows ki


Intrisecamente, o que torna tudo nojento é a morbidez do relacionamento familiar, o que abrange casamento, intercâmbio de poder e auxílio, e isso, feito ferida, uma lepra, transforma-se então: no vizinho de porta, na redondeza, no bairro, na cidade, no munícipio, no estado, no país...em todo mundo, um agarrado ao cu do outro, na colméia da sobrevivência pela imbecilidade de um medo animalístico.

Não há nada a lamentar sobre a morte, assim como não há nada a lamentar sobre o crescimento de uma flor. O que é terrível não é a morte, mas as vidas que as pessoas levam ou não levam até a sua morte. Não reverenciam suas próprias vidas, mijam em suas vidas. As pessoas as cagam. Idiotas fodidos. Concentram-se demais em foder, cinema, dinheiro, família, foder. Suas mentes estão cheias de algodão. Engolem Deus sem pensar, engolem o país sem pensar. Esquecem logo como pensar, deixam que os outros pensem por elas. Seus cérebros estão entupidos de algodão. São feios, falam feio, caminham feio. Toque para elas a maior música de todos os tempos e elas não conseguem ouví-la. A maioria das mortes das pessoas é uma empulhação. Não sobra nada para morrer.


Tive uma existência estranha e confusa, em grande parte horrível, baixaria total. Mas acho que foi a forma com que me arrastei pela merda que fez a diferença. Hoje, olhando para trás, acho que exibi certa compostura e classe, independentemente do que estava acontecendo.


Outro dia, fiquei pensando no mundo sem mim.
Há o mundo continuando a fazer o que faz.
E eu não estou lá. Muito estranho. Penso
no caminhão do lixo passando e levando o lixo
e eu não estou lá. Ou o jornal jogado no jardim
e eu não estou lá para pegá-lo. Impossível.
E pior, algum tempo depois de estar morto, vou ser
verdadeiramente descoberto. E todos aqueles
que tinham medo de mim ou me odiavam
vão subitamente me aceitar. Minhas palavras
vão estar em todos os lugares. Vão se formar
clubes e sociedades. Será nojento.
Será feito um filme sobre a minha vida.
Me farão muito mais corajoso e talentoso do que
sou. Muito mais. Será suficiente para fazer
os deuses vomitarem. A raça humana exagera
em tudo: seus heróis, seus inimigos, sua importância.




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- Corredor redondo não tem esquina, tá me entendendo?

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SOCORRO, ELIS REGINA!


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-I- (Brasil 06/05/02, 18h16).

Em meados de outubro de 99, pouco antes do Dia dos Mortos, acabei Violentus Violatus. Ou melhor, VV acabou comigo.

Tinha vivido tanto tempo tentando compreender a violência que me asfixia por todos os lados, na minha rua, na minha cidade, no meu país, no mundo inteiro. Perplexo diante da bestialidade humana, da dos meninos que torturam seus coleguinhas de classe, a dos mesmos meninos que, já grandes, odeiam, humilham, despojam, roubam, desdenham, violam, manipulam mercados, declaram guerras, se despedaçam em nome do futebol, matam em nome de suas religiões. Anos esquadrinhando meus medos (o cheiro do medo), minha indignação, meus cuidados; sonhando pesadelos de podridão, latidos de mando, uivos e gemidos, o som de golpes assustadores, ritos de dor, feridas e cicatrizes, dor, vômitos, roupas rasgadas, lascas de ossos, vísceras esverdeadas, balaços e explosões, chiados de rodas: as vozes da intolerância, da impaciência, da ignorância, da maldade.

Anos vendo crescer minha própria raiva.

Buscava aquela cara da violência que pudera eu ter avistar para exorcizar da minha vida. Nunca me perguntei por que pensava que seria possível fazê-lo por meio da arte.

Durante muito tempo meu estúdio foi vitrine de uma fúria demencial, contida: mesas cobertas de recortes fotográficos de jornais amarelos como o soro, polaróides manuseadas, tiradas por policiais militares, aberrantes vídeos norte-americanos reunindo violações, estupros, crianças mutiladas, mulheres esquartejadas, atropelados... fotos de corredores de bolsas e coronéis... Meus esboços e desenhos jorraram o odor ferroso e as cores do sangue - fresco, coagulado, seco --, os pêlos e os sinais do que eu tinha reunido e organizado para... nunca me perguntei por que pensava que a arte serviria para algo.

FELIPE EHRENBERG .


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Era uma vez na Disney...


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Garotas fazem pacto para engravidar em escola dos EUA

20/06/2008 - Agência Estado

O diretor da Gloucester High School, Joseph Sullivan, relatou o caso à revista "Time".

Segundo Sullivan, as garotas confessaram o pacto depois de a escola ter começado a investigar um aumento repentino no número de alunas grávidas. A instituição teve 17 grávidas durante as férias de verão, número bastante superior à média anual de quatro até então.

O diretor contou que quase a metade das meninas, nenhuma delas com menos de 16 anos, estava envolvida no trato. Ele lembrou que as meninas iam à enfermaria da escola para fazer testes de gravidez e "pareciam mais tristes quando não estavam grávidas do que quando estavam".

Algumas das garotas reagiram à notícia com cumprimentos às amigas e planos para um chá de bebê. Sullivan contou na matéria da Time, publicada na quarta-feira, que um dos pais era "um garoto de 24 anos sem lugar para morar".

O superintendente Christopher Farmer confirmou o acordo à WBZ-TV Segundo ele, as garotas tinham "um acordo para engravidar". Farmer avaliou que elas eram "garotas com falta de auto-estima e uma carência de amor em suas vidas".

O grande aumento no número de grávidas abalou a cidade costeira localizada 48 quilômetros ao norte de Boston. No mês passado, dois funcionários da enfermaria da escola se demitiram, em protesto contra a recusa do hospital local a distribuir em segredo contraceptivos. O hospital administra o dinheiro estadual que sustenta o local de atendimento na escola.

As primeiras notícias sobre o caso surgiram no jornal local Gloucester Daily Times, em março. Na ocasião, o diretor Sullivan contou que havia recebido a informação sobre o pacto de outros estudantes.

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Under Pressure







[...]

It's the terror of knowing
What this world is about
Watching some good friends
Screaming 'Let me out'
Pray tomorrow - gets me higher high high
Pressure on people - people on streets
Turned away from it all like a blind man
Sat on a fence but it don't work
Keep coming up with love
but it's so slashed and torn

Why - why - why ?
Love love love love love

Insanity laughs under pressure we're cracking
Can't we give ourselves one more chance
Why can't we give love that one more chance?
Why can't we give love...?
give love give love give love give love give love give love give love give love...
'Cause love's such an old fashioned word
And love dares you to care for
The people on the edge of the night
And loves dares you to change our way of
Caring about ourselves
This is our last dance
This is our last dance
This is ourselves
Under pressure
Under pressure
Pressure

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Ao vencedor, as baratas!






Os primeiros indícios históricos foram feitos em rochas... os últimos serão em cascas... de baratas.
No trajeto caótico da nossa infantil existência existe o fim, o fim já existe.
O fim sempre esteve por aí, fazendo uma surpresinha, não é?

Parece-me que na realidade, não haverá vencedor, não há, nunca houve.
Em geral, os grandes vencedores foram sempre uns perdedores de merda.
As vitórias nunca foram conquistas e as consequências nunca muito benditas.

As baratas sobrarão... caro futurista, futurólogo, historiador do futuro, atenção!
Para um possível registro das existências antigas, pré-baratun, pós-humanun, olho nas baratas!
Estas sim, serão salvas frente ao humanocalipse, suas cascas invencíveis são nossa salvação!

Escreva seus registros nas baratas mais próximas.
Escreva suas virtudes para referências póstumas.
Escreva suas derrotas nos lixos, pois as baratas hão de digerir!

Quem sabe depois de milênios alguma coisa consiga compreender seu dialeto.

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- Que país derrotista o nosso! Que cultura derrotista a nossa! Lá eles têm outra cultura...como eles são vitoriosos! Como as crianças de lá já nascem vitoriosas!

Mulher aleatória gritando para ninguém, ônibus Jardim Social/Batel, Curitiba, abril de 2008.


Um poema baratówski:



A genialidade da multidão
Há bastante deslealdade, ódio, violência, absurdo no ser humano comum.
Para suprir qualquer exército em qualquer dia.
E o melhor no assassinato são aqueles que pregam contra ele.
E o melhor no ódio são aqueles que pregam amor
E o melhor na guerra, finalmente, são aqueles que pregam paz.
Aqueles que pregam deus
Precisam de deus
Aqueles que pregam paz
Não têm paz.
Aqueles que pregam amor
Não têm amor
Cuidado com os pregadores
Cuidados com os sabedores.
Cuidado com aqueles que estão sempre lendo livros
Cuidado com aqueles que detestam pobreza ou que são orgulhosos dela
Cuidado com aqueles que elogiam fácil
Porque eles precisam de elogios de volta
Cuidado com aqueles que censuram fácil:
Eles têm medo daquilo que não conhecem
Cuidado com aqueles que procuram constantes multidões;
Eles não são nada sozinhos
Cuidado com o homem comum
Com a mulher comum cuidado com o amor deles
O amor deles é comum, procura o comum.
Mas há genialidade em seu ódio
Há bastante genialidade em seu
Ódio para matar você, para matar qualquer um.
Sem esperar solidão
Sem entender solidão
Eles tentarão destruir qualquer coisa que seja diferente deles mesmos
Incapazes de criar arte eles não irão compreender arte
Eles vão considerar sua falha como criadores
Apenas como uma falha do mundo
Incapazes de amar completamente
Eles vão acreditar que seu amor é incompleto
E eles vão odiar você
E seu ódio será perfeito
Como um diamante brilhante
Como uma faca
Como uma montanha
Como um tigre
Como cicuta
Sua mais fina arte


Charles Bukowski


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NOSSA DEMOCRACIA EM RISCO




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Pedofilia virtual não pode mas seu túmulo é um ótimo lugar pra um ensaio fotográfico, principalmente se você morreu sofrendo... ao lado de 70 mil.
1,7 bilhão de habitantes, 70 mil mortos, 3 minutos de silêncio. Gente, a dor é música! É arte!
Adoro um cenário assim, terceiromundista, dor, fome, caos, sofrimento... passa um sentimento pra fotografia...
Expõe o humano natural, a sensualidade da fome, a beleza da apatia, da anemia... arte?

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Fotos de meninas nuas causam polêmica na Austrália





O clima agradável de simpatia entre o primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, e a comunidade artística do país, especialmente a atriz de Hollywood Cate Blanchett, tropeçou num obstáculo na forma de uma exposição de fotos de meninas nuas. Blanchett e outras 42 figuras de destaque do mundo das artes australianas assinaram uma carta aberta em que criticam Rudd por ter descrito como "revoltantes" as fotos feitas pelo artista Bill Henson de crianças de 12 e 13 anos nuas.

Na semana passada a polícia fechou a exposição de Henson numa galeria de arte de Sydney e confiscou 20 de suas fotos, como parte de uma investigação que vai decidir se o artista será alvo de uma acusação criminal. A operação policial desencadeou na Austrália uma discussão acirrada sobre o que é arte e o que é pornografia, e a comunidade artística, que deu seu apoio público ao Partido Trabalhista de Rudd antes de sua vitória eleitoral em novembro, criticou o premiê por ser favorável à censura nas artes.

"O processo judicial que pode ser movido contra um de nossos artistas mais respeitados não é o caminho para se construir uma Austrália Criativa e prejudica profundamente nossa reputação cultural", disse a carta aberta endereçada ao ministro do Ambiente australiano e ao premiê do Estado de Nova Gales do Sul. "Devemos recordar que um critério importante de liberdade social, em tempos passados ou em regimes repressivos em outras partes do mundo, é o tratamento dado pelo Estado à arte e aos artistas." A carta é assinada por Blanchett, a quem Rudd visitou no hospital dias após o nascimento de seu segundo filho, em abril, e a quem o premiê convidou a vir a Canberra para participar de sua conferência nacional 2020 sobre o futuro da Austrália.

A lista de signatários inclui o escritor sul-africano premiado com o Nobel, John Coetzee. "Queremos deixar claro que nenhum de nós endossa o abuso de crianças, de qualquer maneira," disseram os signatários. "O trabalho de Henson não tem nada a ver com pornografia infantil e é arte com toda certeza, segundo a avaliação de alguns dos críticos e curadores mais respeitados do mundo."

A comunidade artística pediu a Rudd que repensasse seus comentários sobre o trabalho de Henson, mas o premiê não mudou sua postura. "Manifestei minha reação, a confirmo, não peço desculpas por ela e não a modificarei", disse Rudd a jornalistas em Canberra na quarta-feira. "Acho imprescindível que as crianças tenham inocência em sua infância."

A carta aberta pediu ao ministro das Artes, Peter Garrett, ex-vocalista da banda de rock australiana Midnight Oil, que "se manifestasse em defesa dos artistas, contra a tendência da invasão da censura". "Já estamos vendo sinais preocupantes de autocensura preventiva por parte de algumas galerias", diz a carta aberta. "Não é isso que caracteriza uma democracia aberta, nem uma sociedade decente e civilizada."
Fonte:G1



Revista faz fotos sensuais em destroços na China



O governo chinês fechou uma revista que publicou um ensaio de fotos de modelos seminuas em meio aos destroços do terremoto que atingiu a província de Sichuan e deixou mais de 65 mil mortos.
Na edição de 19 de maio, a revista The New Travel Weekly publicou um editorial de moda exibindo modelos em lingerie com bandagens ensangüentadas posando no meio dos prédios demolidos pelo terremoto.

A publicação circulava na cidade de Chongqing, vizinha da província de Sichuan, que foi a área mais afetada.

As fotos chegaram às bancas na segunda-feira, 18 de maio, primeiro dos três dias de luto oficial anunciado pelo governo.




As modelos apareciam semi-nuas

O conteúdo enfureceu boa parte da opinião pública, que manifestou sua crítica em fóruns de discussão na internet e em editoriais de jornais.

Num texto opinativo, o diário Shanghai Daily acusou a revista de se aproveitar da tragédia para fazer uma "jogada de vendas blasfemadora, imoral e intolerável".

O departamento local do governo de Chongqing, que supervisiona a imprensa, considerou o material extremamente ofensivo e decidiu fechar a revista para "retificações" na quarta-feira, 21 de maio.

As autoridades disseram que a publicação "violava severamente a disciplina de propaganda" e ia contra a "moral social".

Além disso, segundo o governo, as fotografias tinham uma influência "extremamente má" sobre a sociedade.

A revista colocou uma nota no seu site na internet se desculpando pela gafe. "Nossos mais sinceros pedidos de desculpas ao povo", dizia o texto.

Segundo a agência de notícias estatal Xinhua, a empresa que administra a publicação demitiu o diretor, o editor-chefe e o vice-editor chefe da publicação.

O governo afirmou que poderá permitir que a revista volte a operar no futuro, argumentando que a redação inteira não deveria ser culpada pelo erro editorial de apenas alguns profissionais da chefia.

Fonte:BBC Brasil

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Falha técnica, arte, censura, gafe, liberdade de expressão... lembram do vira-lata exposto numa galeria de arte para morrer de fome?
Morreu! Pois é, pois é... lindo!


Clara Cuevas


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