por uma vida menos ordinária
eu também vou reclamar:


"Curiosidades e belezas"de Saddan Hussein



Lendo a matéria da Veja, sobre o Saddan Hussein,eu me surpreendi com alguns parágrafos,e eu decidi colocar uns aqui.
Não abafando a "crueldade" e frieza dele,mas,pensando bem,algumas atitudes seriam boas se praticadas aqui no Brasil.


Por Eduardo Salgado

"O tio materno Khairallah Tulfah, um militar simpatizante de Adolf Hitler, foi a figura mais importante na formação da personalidade de Saddam. Foi com ele, um fervoroso nacionalista, que Saddam, ainda adolescente, se mudou para Bagdá. Com 1,90 metro de altura e porte musculoso, Saddam se destacou no incipiente Partido Baath como o que não recusava participar dos trabalhos sujos. Acabou o ensino médio já adulto e conseguiu o diploma em direito na Universidade de Bagdá com a única fórmula que conhecia. No dia do exame final, antes de iniciar a prova colocou a arma que carregava em cima da mesa para se sentir "mais confortável". O professor não precisou de nenhuma outra informação para aprovar o aluno. "Se tivesse nascido na Sicília, teria sido um mafioso", disse a VEJA Con Coughlin, o diretor de redação do jornal inglês Sunday Telegraph, que publicou a biografia Saddam: King of Terror (Saddam: Rei do Terror) no fim do ano passado. "

"Até quando tentou fazer o bem, Saddam demonstrou truculência. No posto de vice-presidente, na década de 70, notabilizou-se por investir em saúde e educação. Frustrado com o progresso lento do programa de alfabetização, o então vice-presidente criou o Dia do Conhecimento como uma tentativa de despertar o interesse da população. Para não correr riscos, anunciou que quem ficasse de fora dos cursos seria preso. O número de matrículas acabou batendo recorde, e Saddam recebeu um prêmio da Unesco em 1977."



eu também vou reclamar:


Um poema para George Bush



Você forçou o que ninguém queria ouvir
As sirenes tocaram
E segundo mais tarde
Já não eram todos que choravam.

Você tinha um rancor absurdo
E declarou o fim dos terroristas
Derramou sangue,explodiu lares
Com sua ganância capitalista.

Você virou o símbolo do fim
Dizem até de um pacto com Satã
O óbvio e certo não foi feito
E você diz que a culpa é do Saddan.

Você acha fácil detonar e destruir.
Este hábito de colecionar panteões
Mostra o quanto você é doente e fracassado
Desgraçando vidas e marcando cifrões

Você vai proclamar a vitória também
E quando restar só você
Vai ver que a morte não falta a ninguém.

Clara Cuevas/2003

eu também vou reclamar:


Entenda a América com o Chaves...




eu também vou reclamar:


Ops...


eu também vou reclamar:


Emancipação feminina na MPB, de Celly a Kelly




Demais!!
Ainda não é dia 8 mas....


PEDRO ALEXANDRE SANCHES
da Folha de S.Paulo

Malvada, a terça gorda do Carnaval de 2003 levou embora a mãe do rock brasileiro, Celly Campello, aos 60 anos. Aos ouvidos de hoje a afirmação pode parecer exagerada -mas não é.

No biênio 1958-59, o Brasil passava por profundo surto modernizador, e na música popular dois artistas personalizavam tais transformações. O finíssimo João Gilberto era o pai da modernidade. A adolescente Celly Campello era sua jovem mãezinha.

A modernidade de João era a bossa nova, movimento quase feminino de suavização e americanização do samba. A modernidade de Celly era o rock'n'roll, levante quase totalmente masculino de sexualização e americanização da música jovem brasileira.

Como perfeita inauguradora, Celly abria caminhos que ela própria nem supunha que o pop-rock nacional tomaria. Era recatada, um broto que ficava em casa sem namorar porque precisava estudar. Celly fazia sucesso rogando um namorado ao "estúpido" cupido, tomando banho de lua, atando lacinhos cor-de-rosa, passeando com um índio sabido.

Quase sempre bem-comportada, ainda assim estimulava arrepios velados, ao contar/cantar que viajava no túnel do amor. Tal roquinho podia manter a aura pudica dos parques de diversão, mas abriu trilha para que meia década depois Wanderléa pusesse as pernocas para fora e Roberto e Erasmo Carlos, um ano mais velhos que Celly, parecessem irmãos caçulas em pleno gozo dos hormônios sexuais que ela reprimira.

Precursora da sociedade organizada de consumo de massas, já em 1960 Celly virou boneca de loja de brinquedo, "a bonequinha que canta". O fetiche tinha lá seu parentesco longínquo com o que hoje provoca, de forma escancarada, a dominatrix adolescente Kelly Key. Era muita audácia para uma mocinha interiorana de 1960, não podia durar demais.

Ícone de um Brasil pré-feminista, Celly seguiu a rota admissível para as moças de família da época, à qual ela não queria ou não podia escapar: renunciou à carreira de estrela do rock para se casar e constituir arrimo de família patriarcal em Campinas.

Enquanto fazia isso, ganhou mundão a cota masculina da classe de 1942, em que ela nascera: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Jorge Ben, Tim Maia, Paulinho da Viola...

A agora mãe de família ensaiou uma volta em 68 e outra em 76, quando fazia sucesso na Globo a novela "Estúpido Cupido", obviamente inspirada na Cinderela Celly Campello. Foram fósforos riscados e logo carbonizados.
Na maior parte do tempo, Celly seguiu sua sina de mulher respeitável. Enquanto isso, Wanderléa fazia papel parecido diante do público, encarnando sempre a pobre moça abandonada por rapazotes cruéis. E Elis Regina (que começara em 61, imitando ora Angela Maria, ora Celly Campello) masculinizava a bossa nova e começava a encarnar a mulher do futuro, emancipada e participante.

Celly ficou de banda, assistindo de longe à evolução solta da linhagem feminina de rock e pop que inaugurara. Na passarela que era dela, desfilaram sucessivamente mulheres arretadas como Wanderléa, Rita Lee, Gal Costa (mas só na fase tropicalista), Baby Consuelo, Maria Alcina, Angela Ro Ro, Marina Lima, Paula Toller, Fernanda Abreu, Cássia Eller, Fernanda Takai... e Kelly Key. Sandy? Não, essa parece ainda viver em 1959.

eu também vou reclamar:




hahahahahhahahaa!!! eu também vou reclamar:


Mãe só tem uma...ainda bem...



*brincando*


Olha que legal...Como são as mães......assim mesmo...e imaginar que foi a minha que me mandou!!!


Toca o telefone:

- Alô? Mãe? Posso deixar os meninos contigo hoje à noite?

- Vai sair?

- Vou.

- Com quem?

- Com um amigo.

- Não entendo porque você se separou do teu marido, um homem tão bom...

- Mãe! Eu não me separei dele! ELE que se separou de mim!

- É... você me perde o marido e agora fica saindo por aí com qualquer
um...

- Eu não saio por aí com qualquer um. Posso deixar os meninos?

- Eu nunca deixei vocês com a minha mãe, para sair com um homem que não
fosse teu pai!

- Eu sei, mãe. Tem muita coisa que você fez que eu não faço!

- O que você tá querendo dizer?

- Nada! Só quero saber se posso deixar os meninos.

- Vai passar a noite com o outro? E se teu marido ficar sabendo?

- Meu EX-marido!! Não acho que vai ligar muito, não deve ter dormido uma
noite sozinho desde a separação!

- Então você VAI dormir com o vagabundo!

- Não é um vagabundo!!!

- Um homem que fica saindo com uma divorciada com filhos só pode ser um
vagabundo, um aproveitador!

- Não vou discutir, mãe. Deixo os meninos ou não?

- Coitados... com uma mãe assim...

- Assim como?

- Irresponsável! Inconseqüente! Por isso teu marido te deixou!

- CHEGA!

- Ainda por cima grita comigo! Aposto que com o vagabundo que tá saindo
contigo você não grita.

- Agora tá preocupada com o vagabundo?

- Eu não disse que era vagabundo!? Percebi de cara!

- Tchau!!

- Espera, não desliga! A que horas vai trazer os meninos?

- Não vou. Não vou levar os meninos, também não vou mais sair!

- Não vai sair? Vai ficar em casa? E você acha o que, que o príncipe
encantado vai bater na tua porta? Uma mulher na tua idade, com dois
filhos, pensa que é fácil encontrar marido? Se deixar passar mais dois
anos, aí sim que vai ficar sozinha a vida toda! Depois não vai dizer que
não avisei! Eu acho um absurdo, na tua idade você ainda precisar que EU te
empurre para sair!

hahahahahaha...
Q que fazer???








lar doce lar