| por uma vida menos ordinária |
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eu também vou reclamar:
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Terça-feira, Fevereiro 22, 2005
by Clara Cuevas
eu também vou reclamar:
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Segunda-feira, Fevereiro 21, 2005
by Clara Cuevas
" 17 d.C ""Volver a los diecisiete después de vivir un siglo es como descifrar signos sin ser sabio competente, volver a ser de repente tan frágil como un segundo volver a sentir profundo como un niño frente a Dios eso es lo que siento yo en este instante fecundo. Se va enredando, enredando como en el muro la hiedra y va brotando, brotando como el musguito en la piedra como el musguito en la piedra, ay si, si, si. Mi paso retrocedido cuando el de usted es avance el arca de las alianzas ha penetrado en mi nido con todo su colorido se ha paseado por mis venas y hasta la dura cadena con que nos ata el destino es como un diamante fino que alumbra mi alma serena. Se va enredando, enredando como en el muro la hiedra y va brotando, brotando como el musguito en la piedra como el musguito en la piedra, ay si, si, si. Lo que puede el sentimiento no lo ha podido el saber ni el más claro proceder, ni el más ancho pensamiento todo lo cambia al momento cual mago condescendiente nos aleja dulcemente de rencores y violencias solo el amor con su ciencia nos vuelve tan inocentes. Se va enredando, enredando como en el muro la hiedra y va brotando, brotando como el musguito en la piedra como el musguito en la piedra, ay si, si, si. El amor es torbellino de pureza original hasta el feroz animal susurra su dulce trino detiene a los peregrinos, libera a los prisioneros, el amor con sus esmeros al viejo lo vuelve niño y al malo sólo el cariño lo vuelve puro y sincero. Se va enredando, enredando como en el muro la hiedra y va brotando, brotando como el musguito en la piedra como el musguito en la piedra, ay si, si, si. De par en par la ventana se abrió como por encanto entró el amor con su manto como una tibia mañana al son de su bella diana hizo brotar el jazmín colando cual serafín al cielo le puso aretes mis años en diecisiete los convirtió el querubín." Volver a los diecisiete / Violeta Parra
*Hahaha, e eis que tem um filme desconhecido para cada post da Clara! Enfim, 23 de fevereiro de 2005. Felis Cumpleaños! Mais um ano de vida! (Mentira! É menos um!). eu também vou reclamar:
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Domingo, Fevereiro 06, 2005
by Clara Cuevas
" Never mind "
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Quinta-feira, Fevereiro 03, 2005
by Clara Cuevas
" Noite no iglu ""Dois seres. Um iglu. Subitamente. Nus de frio."
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Quarta-feira, Fevereiro 02, 2005
by Clara Cuevas
"Um poema de amor e uma canção desesperada."ou... ANGÚSTIA
A namorada neurótica e o namorado no telefone. Paródia de uma situação by Clara Cuevas "-Amor,queria te pedir desculpas pelas atitudes que venho tendo esses tempos.Como você sabe,estou muito sensível, o que deixa as coisas maiores do que elas são.Porém eu pensei que você pudesse compreender isso,e assim me poupar de alguns constrangimentos e sentimentos diabólicos.Eu estou mal assim,mas eu não sou assim.Eu juro,eu sou legal. E estou contactando os neuróticos anônimos,(é sério),por que tenho tido atitudes neuróticas ( ! ). Enfim, ainda quero perguntar se você ainda quer se casar comigo e ainda me quer por todo o sempre, por que se você demorar um segundo pra pensar em responder, eu considero que você não me ama, e assim, tudo está acabado entre nós. No outro lado da linha: -... -E eu estou falando muito sério." Quero Quero que todos os dias do ano todos os dias da vida de meia em meia hora de cinco em cinco minutos me digas: Eu te amo. Ouvindo-te dizer: Eu te amo, creio, no momento, que sou amado. No momento anterior e no seguinte, como sabê-lo? Quero que me repitas até a exaustão que me amas que me amas que me amas. Do contrário evapora-se a amação pois ao não dizer: Eu te amo, desmentes apagas teu amor por mim. Exijo de ti o perene comunicado. Não exijo senão isto, isto sempre, isto cada vez mais. Quero ser amado por e em tua palavra nem sei de outra maneira a não ser esta de reconhecer o dom amoroso, a perfeita maneira de saber-se amado: amor na raiz da palavra e na sua emissão, amor saltando da língua nacional, amor feito som vibração espacial. No momento em que não me dizes: Eu te amo, inexoravelmente sei que deixaste de amar-me, que nunca me amastes antes. Se não me disseres urgente repetido Eu te amoamoamoamoamo, verdade fulminante que acabas de desentranhar, eu me precipito no caos, essa coleção de objetos de não-amor. Carlos Drummond de Andrade *Agradecimentos a -Pablo Neruda (título do post se referindo a obra "Vinte poemas de amor e uma canção desesperada "-Leiam é um livro maravilhoso) -Rosane Egídio-Sem a qual não conheceria o belíssimo poema de Carlos Drummond de Andrade -Carlos Drummond de Andrade-Brilhante poema,brilhante brasileirismo. -Rudá Emanuel Egídio Pereira-Brilhante paciência! -Elisa e Alice-Brilhantes mulheres,sem as quais,eu não estaria aqui.
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