| por uma vida menos ordinária |
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eu também vou reclamar:
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Quarta-feira, Agosto 23, 2006
by Clara Cuevas
eu também vou reclamar:
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Sexta-feira, Agosto 11, 2006
by Clara Cuevas
Cultura popular é:ir no centro a tarde depois do almoço de chinelo pagar conta, tomar caldo de cana e levar cantada de pedreiro. No centro. Praça Rui Barbosa. Quem mora em Curitiba conhece. ACORDA PRA VIDA MULHER! CORRE, PEGA O ÔNIBUS, PULA, FAÇA FAÇAFAÇA FAÇA ANDA, ATROPELA, CONSEGUE, FAZ, CHEGA, SEJA A PRIMEIRA ACONTECER ACONTECER ACONTECER PEGUE O PRIMEIRO E O MELHOR LUGAR, CONSIGA, FAÇA FAÇAFAÇA FAÇA FAÇA TUDO NO MENOR ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER PERÍODO DE TEMPO. FAÇA FAÇAFAÇA FAÇA NINGUÉM É INSUBSTITUÍVEL FAÇA FAÇA FAÇA FAÇA FAÇA FAÇA FAÇA FAÇA FAÇAFAÇA FAÇA FAÇA FAÇAFAÇA FAÇA FAÇA FAÇA TEMPO É DINHEIRO ACONTECER ACONTECER ACONTECER CORRE CORRE CORRE PEGUE TUDO COMA TUDO FAÇA TUDO TUDO TUDO TUDO ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER ACONTECER PEGUE TUDO COMA TUDO TUDO TUDO Repetir palavras dá LER na cabeça. Prefiro variar. Fiquei no tubo esperando o ônibus na minha. Tomando caldo de cana. Rindo da música do pedreiro.
Fila de votação para eleição da Assembléia Contituinte e Presidência da República. SP / 1945 "Não faz asssiim paixãããããoooo". ♪♪♪♪♪♪♪♪ Clara Cuevas eu também vou reclamar:
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Quarta-feira, Agosto 09, 2006
by Clara Cuevas
Sonetos em tempos nublados
No hay que llorar porque las plantas crecen en tu balcón, no hay que estar triste si una vez más la rubia carrera de las nubes te reitera lo inmóvil, ese permanecer en tanta fuga. Porque la nube estará ahí, constante en su inconstancia cuando tú, cuando yo -pero por qué nombrar el polvo y la ceniza. Sí, nos equivocábamos creyendo que el paso por el día era lo efímero, el agua que resbala por las hojas hasta hundirse en la tierra. Sólo dura la efímero, esa estúpida planta que ignora la tortuga, esa blanda tortuga que tantea en la eternidad con ojos huecos, y el sonido sin música, la palabra sin canto, la cópula sin grito de agonía, las torres del maíz, los ciegos montes. Nosotros, maniatados a una conciencia que es el tiempo, no nos movemos del terror y la delicia, y sus verdugos delicadamente nos arrancan los párpados para dejarnos ver sin tregua cómo crecen las plantas del balcón, cómo corren las nubes al futuro. ¿Qué quiere decir esto? Nada, una taza de té. No hay drama en el murmullo, y tú eres la silueta de papel que las tijeras van salvando de lo informe: oh vanidad de creer que se nace o se muere, cuando lo único real es el hueco que queda en el papel, el golem que nos sigue sollozando en sueños y en olvido. Cortázar ***De fato, quisera eu que o índio tivesse despido o português. Estaria despida de outras mil coisas mais. E você também. Mas chovia bastante. E o homem de açúcar acabou fugindo da nuvem. Esqueceu que precisa dela pra colher. Clara Cuevas eu também vou reclamar:
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Quinta-feira, Agosto 03, 2006
by Clara Cuevas
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