por uma vida menos ordinária
eu também vou reclamar:


FELIZ NAVIDAD






malvados.com



telesur

Poooooooobre!


.

eu também vou reclamar:


.

Perfeição
Dado Villa-lobos, Marcelo Bonfá e Renato Russo


vamos celebrar a estupidez humana a estupidez de todas as nações
o meu país e sua corja de assassinos covardes, estupradores e ladrões
vamos celebrar a estupidez do povo nossa polícia e televisão
vamos celebrar nosso governo nosso estado que não é nação
celebrar a juventude sem escolas as crianças mortas
celebrar nossa desunião vamos celebrar eros e thanatos
persephone e hades vamos celebrar nossa tristeza
vamos celebrar nossa vaidade vamos comemorar como idiotas
a cada fevereiro e feriado todos os mortos nas estradas
os mortos por falta de hospitais vamos celebrar nossa justiça
a ganância e a difamação vamos celebrar os preconceitos
o voto dos analfabetos comemorar a água podre
e todos os impostos queimadas, mentiras e sequestros
nosso castelo de cartas marcadas trabalho escravo
nosso pequeno universo toda a hipocrisia e toda a afetação
todo roubo e toda a indiferença vamos celebrar epidemias:
é a festa da torcida campeã vamos celebrar a fome
não ter a quem ouvir não se ter a quem amar
vamos alimentar o que é maldade vamos machucar um coração
vamos celebrar nossa bandeira nosso passado de absurdos gloriosos
tudo que é gratuito e feio tudo o que é normal
vamos cantar juntos o hino nacional a lágrima é verdadeira
vamos celebrar nossa saudade e comemorar a nossa solidão
vamos festejar a inveja a intolerância e a incompreensão
vamos festejar a violência e esquecer da nossa gente
que trabalhou honestamente a vida inteira e agora não tem mais direito a nada
vamos celebrar a aberração de toda a nossa falta de bom senso
nosso descaso por educação vamos celebrar o horror
de tudo isso com festa, velório e caixão tá tudo morto e enterrado agora
já que também podemos celebrar a estupidez de quem cantou esta canção
venha, meu coração esta com pressa quando a esperança está dispersa
só a verdade me liberta chega de maldade e ilusão
venha, o amor tem sempre a porta aberta e vem chegando a primavera
nosso futuro recomeça venha que o que vem é perfeição





..."ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro"...
Belchior


É, o tempo passa minha gente...


Clara Cuevas


.


eu também vou reclamar:


Y dijo Gaspar Francia:






"Si el Papa viniera al Paraguay, puede ser que lo nombrara mi Capellán,
pero bien se está él en Roma y yo en La Asunción."



A lo poeta de província:


eu ontem tive a impressão / que deus quis falar comigo /
não lhe dei ouvidos / quem sou eu para falar com deus? /
ele que cuide dos seus assuntos / eu cuido dos meus


Paulo Leminski

Piadinhas da vez:

3 provas de que Jesus era judeu:
* Ele assumiu os negócios do pai dele.
* Ele viveu em casa até os 33 anos.
* Ele tinha certeza de que a mãe era virgem e sua mãe tinha certeza de que Ele era Deus.

3 provas de que Jesus era portoriquenho:
* Seu primeiro nome era Jesus.
* Ele sempre teve problemas com a lei.
* Sua mãe não sabia quem era Seu pai.

3 provas de que Jesus era italiano:
* Ele falava com as mãos.
* Ele tomava vinho em todas as refeições.
* Ele trabalhou no comércio.

3 provas de que Jesus era francês:
* Ele nunca trocava de roupa.
* Ele só lavava os pés.
* Ele não falava inglês.

3 provas de que Jesus era brasileiro:
* Ele nunca tinha dinheiro.
* Ele vivia fazendo milagres.
* Ele só se ferrou na mão do governo.



Clara Cuevas


.

eu também vou reclamar:


.




Eu tenho vagado impacientemente pela grande História e pelas micro-histórias do mundo.

.

Dois problemas se misturam
A verdade do Universo
A prestação que vai vencer

Raul Seixas - Eu também vou reclamar

.

O Ibama luta para conseguir ampliar reservas biológicas pra manter a mata Atlântica, o mico-leão-dourado, pau-brasil,entre outros brasileiros mais, para que estes não sejam extintos.
Grande parte das propriedades privadas que já conseguiram sacar pra agregar à reserva eram propriedades com intenções mobiliárias, onde seriam feitas mansões para habitar estrangeiros. Grandes estrangeiros non-brasileiros.
Seu José, proprietário brasileiro este de 150 hectares, tem aquela terrinha lá a 50 anos justamente na região analisada para aumentar a tal da reserva:

- Eu não me importo não, me dando um terreninho pra plantar eu deixo tudo. Deixo tudo aqui pra plantar as mata e deixar os bichinho viver em paz. Comigo não tem problema não.

O grande problema que o seu José coração-de-ouro esqueceu de comentar na entrevista é que sua propriedade não tem documentação completa, o que dificultará a comprovação frente ao ministério que daria a ele uma nova terra.
Logo, seu José vai ser expropriado. Não "deslocado" apenasmente.

Vai ficar sem nada. Pro mico esse que quase já não existe, ter alguma coisinha que quem sabe ajude.

Há um brasileiro que não diz nada e fica de galho em galho (enquanto os galhos existirem) e outro brasileiro que não tem voz e vai ter que conjurar um galho pra ficar.

Um tem um pelo dourado e uma instituição atrás dele que visa com que sua espécie consiga existir por mais um pouco.
O outro, quase não tem, apesar de pertencer a espécie que tem dominando o mundo ultimamente.


Eu sinceramente fiquei confusa, não sei mais quem está em extinção.


O mico que me desculpe mas eu não paro de pensar no seu José.



Clara Cuevas


eu também vou reclamar:


.

O SISTEMA




Os funcionários não funcionam.

Os políticos falam mas não dizem.

Os votantes votam mas não escolhem.

Os meios de informação desinformam.

Os centros de ensino ensinam a ignorar.

Os juízes condenam as vítimas.

Os militares estão em guerras contra seus compatriotas.

Os policiais não combatem os crimes, porque estão ocupados cometendo-os.

As bancarrotas são socializadas, os lucros são privatizados.

O dinheiro é mais livre que as pessoas.

As pessoas estão a serviço das coisas.

Livro dos Abraços




Carros - Disney

.


1/El poder

En 1998, en el crepúsculo del siglo y de su propia vida, Julius Nyerere conversó con la plana mayor del Banco Mundial
en Washington. Este campeón de la unidad africana había gobernado Tanzania durante veinte años, desde la
independencia hasta 1985, y había aplicado una política basada en la agricultura comunitaria, la propiedad social y la autodeterminación.
"¿Por qué ha fracasado usted?" -.le preguntaron los expertos del Banco Mundial.
Nyerere respondió:
"El Imperio Británico nos dejó un país con un 85 por ciento de analfabetos, dos ingenieros y doce médicos.
Cuando dejé el gobierno, teníamos un nueve por ciento de analfabetos y miles de ingenieros y de médicos.
Yo dejé el gobierno hace trece años. Entonces, nuestro ingreso per cápita era el doble que ahora; y ahora
tenemos un tercio menos de niños en las escuelas y la salud pública y los servicios sociales están en la ruina.
En estos trece años, Tanzania ha hecho todo lo que el Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional
exigieron que se hiciera."
Y Julius Nyerere devolvió la pregunta a los expertos del Banco Mundial:
"¿Por qué han fracasado ustedes?"

2/Los modelos

Artes de magia de la era cibernética: Bill Gates, que hasta hace un rato nada tenía y, por lo tanto, nadie era,
se ha convertido, en un parpadeo, en el número uno del género humano.
También sus clones ofrecen un ejemplo a imitar para los niños y jóvenes del mundo, aunque sea el Tercer Mundo.
En el Uruguay, el modelo es el joven empresario Fernando Espuelas, creador y propietario de StarNet,
que brilla en la zona latinoamericana de los cielos de Internet.
Los medios locales han difundido, con orgullo patrio, la biografía de este hombre que prueba que también los
uruguayos podemos ser exitosos. Fernando tenía, desde chiquito, pasta de triunfador. Comenzó su carrera
a los seis años de edad, alquilando sus juguetes a los niños del barrio, con tarifas por hora o por día.
A los diez años, ya había fundado una empresa de seguros y un banco: aseguraba útiles escolares contra robos
y accidentes y prestaba dinero, a interés, a sus compañeritos de clase.

3/La mano dura

George Bush, hijo de aquel Bush que invadió Panamá y casi borró a Irak del mapa, es el favorito en la
carrera por la presidencia del planeta.
Aunque sus discursos hablan de compasión, el prestigio del junior proviene de su mano dura.
Siendo gobernador de Texas, capital mundial de la pena de muerte, Bush envió al muere, sin pestañear,
a cien personas. Más de uno podrá creer, quién sabe, que ahí está la solución para el problema de la
superpoblación carcelaria. En Estados Unidos, que viene a ser algo así como la cárcel más grande
del mundo, hay medio millón de prisioneros más que en China, que tiene una población cuatro veces mayor.
Desde siempre, y también ahora, el candidato republicano se opone a cualquier control en la venta de armas.
Bush es el más fervoroso aliado de Charlton Heston, que abandonó Hollywood para cumplir el papel
principal en la National Riffle Association, donde defiende el derecho de comprar armas como si fueran aspirinas.
La delincuencia acecha y obliga a disparar primero y preguntar después.
Las armas de fuego matan trece niños norteamericanos cada día. La edad de los asesinos, y de sus víctimas,
va disminuyendo. Tenían seis años los protagonistas del caso reciente de mayor resonancia.
Al paso que vamos, pronto los bebés disputarán a tiros el chupete.

4/La guerra

En vísperas de la guerra contra Yugoslavia, el Departamento de Estado de Estados Unidos informó que
medio millón de albaneses habían sido asesinados por los serbios en Kosovo, lo que resultaba intolerable
para la conciencia humanitaria del mundo. La guerra era inevitable.
Ya habían comenzado los bombardeos, cuando el secretario de Defensa, William Cohen, declaró que los
albaneses asesinados eran "unos cien mil".
Cuando la guerra terminó, un comunicado oficial de la OTAN redujo la cifra a diez mil.
Según altas fuentes militares, citadas por la prensa norteamericana en tiempos más recientes, las víctimas
albanesas "sumarían alrededor de siete mil".

5/Los medios

Albert Einstein fue elegido el hombre del siglo por poderosos medios de comunicación de varios países.
Las elegías cantadas en su honor olvidaron mencionar un detalle: este genio de la ciencia era socialista,
y tenía una pésima opinión del sistema capitalista. El olvido había sido proféticamente explicado por el
propio Einstein, en un artículo que publicó, en mayo de 1949, en el primer número de la revista Monthly Review:
"En las condiciones actuales, los capitalistas privados inevitablemente controlan, directa o indirectamente,
las principales fuentes de información (prensa, radio, educación). Es, por lo tanto, extremadamente difícil,
y en la mayoría de los casos imposible, que el ciudadano llegue a conclusiones objetivas y pueda hacer
un uso inteligente de sus derechos políticos."

Eduardo Galeano

-


Será sintoma de uma cultura que personifica e valoriza o objeto, mais do que as pessoas?

Me emociono ao ver um garfo apaixonado, um carro cantante, uma xícara que morreu.

Mas nada na verdade me deixa mais comovido que o dinheiro que diz:

- Adeus.






Clara Cuevas




eu também vou reclamar:


-




Frases de líderes dos EUA a respeito do "resto" do mundo:

- "A liderança efetiva dos EUA no exterior exige que apoiemos nossa diplomacia com a ameaça convincente de força. Quando nossos interesses estiverem em jogo, precisaremos estar preparados para agir sozinhos" - Willan J. Perry, secretário de Estado dos EUA - 1995;

- "No caso de nossos interesses [o dos EUA] serem contrariados pelo movimento de integração sub-regional [o do Mercosul], então, não vamos nos acanhar no sentido de fazer prevalecer os referidos interesses; não vamos comprometer os interesses dos Estados Unidos em benefício do interesse de outros, às custas de nossos trabalhadores e empresários" - William Daley, Secretário de Comércio dos EUA, em maio de 1997, no Foro Empresarial das Américas, em Belo Horizonte;

- "A visão americana é de que o Mercosul é um bloco discriminatório e, sendo assim, os EUA desejam o seu desaparecimento ou transformação" - Henry Kissinger;

- "Na condição de maior potência do planeta, temos a obrigação de liderar e, às vezes, quando nossos interesses e nossos valores se encontrarem em jogo, de agir" - Bill Clinton;

- "Uma política de não-intervenção teria como conseqüência um mundo não só menos estável, como também mais militarizado é o que sem dúvida prejudicaria os interesses dos EUA, no mínimo afetando o desenvolvimento econômico e solapando a ordem pública, mesmo que não haja nenhuma ameaça direta." - Edward Luttwark, estrategista americano, defendendo a política de intervenção dos EUA;

- "Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós" - Al Gore, vice-presidente dos EUA em 1989;

- "Caso o Brasil resolva fazer um uso da Amazônia que ponha em risco o meio ambiente dos EUA, temos que estar prontos para interromper esse processo imediatamente" - Patrick Hughes, chefe do órgão central de informações das Forças Armadas norte-americanas, durante uma palestra ocorrida em 1997 no Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT), sob o tema 'As ameaças possíveis aos EUA até 2018'.



G.Bush- O senhor dos Anéis


Says:


- Vocês também têm negros?(ao presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso / 2002)

Saiu na revista alemã Der Spiegel: o presidente dos EUA, George W. Bush, perguntou a FHC se há negros no Brasil. Isso ocorreu num encontro dos dois presidentes no final do ano passado. "Vocês também têm negros?", indagou Bush. FHC ficou atônito e foi socorrido pela assessora de Segurança Nacional dos EUA, Condoleezza Rice: "Senhor presidente, provavelmente o Brasil tem mais negros que os EUA. Dizem que é o país com a maior população negra fora da África."
Se a gafe histórica de Bush de fato ocorreu, FHC perdeu a oportunidade de citar a si próprio como exemplo de descendência negra, como já o fez no Brasil quando disse ser mulatinho e ter um pé na cozinha. Poderia também ter agraciado Bush com um exemplar de uma das maiores obras da literatura da América do Sul sobre o sofrimento dos negros à época da escravatura no Brasil, o poeta chama-se Castro Alves, o poema, O navio negreiro. Finalmente, poderia informar Bush que Pelé, que jogou nos Kosmos, é brasileiro, assim como os grandes passistas das escolas de samba que os americanos tanto aplaudem na Marquês de Sapucaí também nasceram e vivem no País.


Fonte: http://www.terra.com.br/istoe/1706/1706semana.htm


Clara Cuevas

-



eu também vou reclamar:


.






38

BEM NO FUNDO

No fundo, no fundo,
bem lá no fundo,
a gente gostaria
de ver nossos problemas
resolvidos por decreto
a partir desta data,
aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
e sobre ela - silêncio perpétuo
extinto por lei todo o remorso,
maldito seja que olhas pra trás,
lá pra trás não há nada,
e nada mais
mas problemas não se resolvem,
problemas têm família grande,
e aos domingos saem todos a passear
o problema, sua senhora
e outros pequenos probleminhas.


Paulo Leminski

.


eu também vou reclamar:


vidas-canciones



Queria era ter nascido lá por 40, 50, pra aproveitar bem a composição latino-americana dos anos 70.
Claro, não ia estar escutando nas rádios, mas em algumas tertúlias secretas, escondidas pelo sul sim, eu estaria.
Os tempos do exílio, do golpe, da dor.

A dor do exílio, meu deus. Dor da distância, dor do partir.
Se tivesse uma vida passada, quem sabe fosse essa. Então lá pelos anos 80, no mais tardar, 1990 já podia estar mortinha.
Gente cancionera. Cantava e sumia. Lecionava e sumia. Amava e sumia. Qualquer coisa e sumia.
É claro que eu digo tudo isso por que nunca fui torturada. Humilhada a ponto de não poder mais, ou de poder
e ser morta por isso.
Mas a gente acaba morrendo de alguma forma, né? Depois de morto, não vai ficar reclamando da forma injusta que morreu.
Quem faz isso são os vivos. Ah sim, estes vivos.
Quanta gente viva tem por aí. Os que morreram, alguns são tão memoráveis que ainda cultuamos seus ditos e práticas.
Sua músicas! Ah, que músicas...

Música de liberdade, de angústia, de alegria, inteligência, humor. De solidão essencialmente.
É uma música sem fins materiais. Se sente, se não sente. Não vai dançar. Libre.

Isabel Parra:

No confundan las llaves de mi canto
que el trinar de canario no me basta.
No le den importancia a mis acordes
ni pongan etiqueta en mi garganta.



A sabedoria, a tranqüilidade e a beleza do campo.

[...] Después, cuando Largo Farías anuncio el final del concierto los habitantes de la Quebrada de los Camarones no se movían de su sitio, Víctor Jara tomó de nuevo la guitarra y volvió a cantar el arado: al finalizar la canción los campesinos empezaron a marcharse, pero uno de ellos se acercó al cantante y le preguntó:

- ¿Tú eres de la tierra?
- Si, soy hijo de campesino
- Lo veo por tu canción que así es.
- ¿Qué es así?
- Que no has abandonado la tierra.



*E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.
Nietzsche


A América meu amigo, é mais ou menos assim.





La luna siempre es muy linda

Recuerdo el rostro de mi padre
como un hueco en la muralla.
Sábanas manchadas de barro,
piso de tierra.
Mi madre día y noche trabajando,
llantos y gritos.

Jugando al ángel y al diablo,
jugando al hijo que no va a nacer.
Las velas siempre encendidas,
hay que refugiarse en algo
de donde sale el dinero
para pagar la fe.


No recuerdo que desde el cielo
haya bajado una cosecha gloriosa,
ni que mi madre hubiera tenido un poco de paz,
ni que mi padre hubiera dejado de beber.

Al pobre tanto lo asustan
para que trague todos sus dolores,
para que su miseria la cubra de imágenes.
La luna siempre es muy linda
y el sol muere cada tarde.

Por eso quiero gritar
no creo en nada,
sino en el calor de tu mano con mi mano;
por eso quiero gritar
no creo en nada,
sino en el amor de los seres humanos.

¿Quién puede callar el latido
de un corazón palpitando
o el grito de una mujer dando un hijo,
quién?

Victor Jara



Voz de sangre y pelea.

Cada dia que passa eu amo mais este continente.

Nossos pais sofreram este contexto. Não foi à toa que se dispersaram por aí.
Quantos de nós somos filhos de estrangeiros?

- Música no sangue. Se não dança, coagula.

Tem que se mexer, nem que seja o movimento de exilar-se.


# Posteando Chile.


Clara Cuevas




lar doce lar