| por uma vida menos ordinária |
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eu também vou reclamar:
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Quinta-feira, Maio 31, 2007
by Clara Cuevas
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eu também vou reclamar:
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Segunda-feira, Maio 28, 2007
by Clara Cuevas
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eu também vou reclamar:
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Sábado, Maio 19, 2007
by Clara Cuevas
(Arrigo Barnabé)
São Paulo, 31 de dezembro de 1999. Falta pouco, pouco, muito pouco mesmo para o ano 2000 e você, ouvinte incauto, que no aconchego de seu lar, rodeado de seus familiares, desafortunadamente colocou este disco na vitrola, você que, agora, aguarda ansiosamente o espocar da champanha e o retinir das taças, você, inimigo mortal da angústia e do desespero, esteja preparado... o pesadelo começou. Sim, eu sei, você vai dizer que é sua imaginação, que você andou lendo muito gibi ultimamente, mas então por que suas mãos tremeram, tremeram, tremeram tanto, quando você acendeu aquele cigarro... e por que você ficou tão pálido de repente? Será tudo isto fruto da sua imaginação? Não, meu amigo, vá ao banheiro agora, antes que seja tarde demais, porque neste mero disco que você comprou num sebo, esteve aprisionado por mais de 20 anos, o perigoso marginal, o delinqüente, o facínora, o inimigo público número 1, Clara Crocodilo... Quem cala consente, eu não me calo não vou morrer nas mãos de um tira Quem cala, consente, eu desacato não vou morrer nas mãos de um rato Não vou ficar mais neste inferno nem vou parar num cemitério Metralhadora não me atinge não vou ficar mais neste ringue Ei, você que está me ouvindo, você acha que vai conseguir me agarrar? Pois então, tome... Já vi que você é perseverante. Vamos ver se você segura esta... Meninas, vocês acham que eles querem mais? Querem sim! Você, que então é tão espertinho, vamos ver se você consegue me seguir neste labirinto. Clara Crocodilo fugiu Clara Crocodilo escapuliu Vê se tem vergonha na cara E ajuda Clara, seu canalha Olha o holofote no olho, Sorte, você não passa de um repolho Onde andará Clara Crocodilo? Onde andará? Será que ela está roubando algum supermercado? Será que ela está assaltando algum banco? Será que ela está atrás da porta de seu quarto, aguardando o momento oportuno para assassiná-lo com os seus entes queridos? Ou será que ela está adormecida em sua mente esperando a ocasião propícia para despertar e descer até seu coração... ouvinte meu, meu irmão? eu também vou reclamar:
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Sábado, Maio 19, 2007
by Clara Cuevas
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Um Erro.. eu também vou reclamar:
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Sábado, Maio 19, 2007
by Clara Cuevas
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Terça-feira, Maio 15, 2007
by Clara Cuevas
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αmoresperrosClara Cuevas eu também vou reclamar:
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Terça-feira, Maio 08, 2007
by Clara Cuevas
MIJAM EM NÓS. E OS JORNAIS DIZEM: CHOVE*Partido Comunista Paraguayo - Comité Central COMUNICADO LEY TERRORISTA La Cámara de Diputados aprobó ayer una llamada "Ley antiterrorista", a instancias y bajo presión de la Embajada de los EE. UU., que criminaliza la lucha por la tierra en Paraguay y que perseguirá a los luchadores antiimperialistas acusándolos de "terroristas", como bajo Stroessner se perseguía a todo combatiente antidictatorial acusándolo de comunista. La modificación del Código Penal, introduciendo el delito de "terrorista", es una maniobra para reinstalar en la legislación represiva el proyecto de ley de los yanquis que fuera derrotado en memorables luchas, que culminaran el 5 de junio del 2002, cuando cayera asesinado el dirigente campesino Calixto Cabral. Sorpresiva y alevosamente, se aprobó esta ley represiva, con la venida del alto comisionado de Bush y jefe de la política internacional norteamericana para Occidente, y especialmente para Latinoamérica, Thomas Shannon, uno de cuyos cometidos fue imponer la sanción de tal ley terrorista, a espaldas de la opinión pública. En el Código Penal, bajo el título de "Hechos punibles contra los pueblos", la ley yancófila incluye la figura del "terrorismo", con penas hasta de 30 años de cárcel. Más draconiana que las leyes stronistas 209 y 294, que también fueron engendros norteamericanos. Esta "ley antiterrorista", fue aprobada con voto mayoritario de diputados colorados y de "Patria Querida", los cuales le dieron "carta de ciudadanía" en nuestro país a la "guerra contra el terrorismo", declarada por el Presidente norteamericano Georges Bush, para desatar una bárbara guerra contra Irak y Afganistán y amenazar a otras naciones, como a Irán, a la República Popular de Corea, a Siria. Llamamos a nuestro pueblo a reaccionar combativamente para exigir el rechazo de tal ley que reedita la política terrorista de la dictadura de Stroessner, y que pretende legalizar la criminalización y la penalización de las luchas sociales. Partido Comunista Paraguayo Asunción, 4 de mayo de 2007 Tudo bem, é nosso carma latino-americano nossa dança do primitivo X moderno, nossa briga primitivo & moderno. Essas coisas que hoje chamamos de samba, salsa, folclore, sincretismo religioso, comida típica e etc. Mas a história não muda. Luta de Classe não tem nada a ver com carma. É francesa, inglesa, chinesa, paraguaia, e qualquer coisa que tenha um pouco de cheiro de desigualdade social. Ou seja, tudo. Eu podia ficar aqui dissertando sobre a jinetera essa nossa de cada dia chamada mídia, essa filha da jinetera nossa de cada dia chamada alienação, e seu pai filho de outra jinetera chamado lucro. Mas não dá. É demasiadamente pedante, e eu fico de saco cheio dessas discussões de "somos libertos, eles não, coitados", tem um ar missioneiro nisso que eu tenho horror. Alegoria da caverna tem limites! Nada mais ensina a luta de classes, as desigualdades e a própria cultura que sair de casa e observar os seres nossos de cada dia. Essa semana tive uma experência muito interessante sobre " Como a informação pode desalienar" e ainda mais interessante perceber em como esse processo dói, machuca e a gente se sente todo deslocado. Mas é uma dor natural e necessária a meu ver, que nada tem a ver com a nossa boa intenção de pedantes de libertar as pessoas da alienação e tirá-las da caverna. A gente diz "a dor existe", mostra "está aqui, quer ver?", mas ninguém quer. Quem quer ver ou sentir dor? A gente sabe que tem mas não quer ver, fecha o olho, o ouvido e consequentemente a boca. Nós, os verdadeiros macaquinhos de deus. Mas tem gente que vê a dor, chora, se machuca junto. Mas vale a pena. Transformações loucas nos mutilam. E nosso coração amanhece tão mais livre. Tudo bem, mais triste e niilista, mas a prisão de manter nossos olhos fechados me assusta. Monstros somos todos. Especistas, verdadeiros filhos-da-puta. Mas que fique claro que temos a opção de sê-los. Alguns são por formação, todos por opção. Nosso natural instinto de mudança e de adaptação nos livra de qualquer desculpinha ridícula de "Sou assim e nunca vou mudar". As coisas sim mudam, e não precisam dos sonhos nossos pra acontecer. Romantizar nossa produção humana. Claro que o sonho existe, mas não é uma condição pré-estabelecida. A dor existe, a fome, o discurso podre, as mentiras, os filhos-da-jinetera existem aos montes, as vidas ordinárias, os saca-vidas, o mito do progresso, a cultura do silêncio, a mentalidade colonial, nossos lixos. Nossos combustíveis estão aí amigos,que le den candela!
NO PASARÁN *Eduardo Galeano - Livro dos Abraços Clara Cuevas eu também vou reclamar:
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Sexta-feira, Maio 04, 2007
by Clara Cuevas
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